COMO PREVENIR CÂNCER DE PRÓSTATA?

Devem-se considerar dois aspectos na prevenção do câncer da próstata. O primeiro, prevenção propriamente dita, utiliza procedimentos que reduzem a probabilidade do aparecimento do câncer de próstata. Estão relacionados com a alimentação, estilo de vida e uso de medicamentos capazes de reduzir este risco.

A prevenção primaria se alicerça em alguns medicamentos, geralmente anti-hormônios que reduzem o risco de desenvolver o câncer em aproximadamente 25% dos pacientes de alto risco, a saber, homens que tenham história de câncer de próstata na família ou que apresentaram certas doenças benignas da próstata.

O segundo aspecto trata-se na realidade da busca pelo diagnostico mais precoce, permite o tratamento em fases mais curáveis da evolução desta moléstia.

Baseia-se no exame médico com toque da próstata e na dosagem sanguínea do PSA. Se o toque identificar nódulos ou se o PSA dosado se encontrar elevado, o paciente é submetido a uma biópsia guiada por exame de ultrassonografia.

Confirmando-se o diagnostico de câncer de próstata precoce, o paciente  é então, submetido a tratamento curativo por meio de cirurgia ou de radioterapia. Esta modalidade de prevenção é muito eficiente para reduzir a mortalidade pelo câncer de próstata, pois permite um diagnostico sem ter ocorrido disseminação da doença.

EFEITOS DA QUIMIOTERAPIA

Os efeitos colaterais da quimioterapia variam conforme a técnica utilizada. Na chamada quimioterapia branca, usada no câncer de mama, ovário, útero e pulmão, é comum ter reações alérgicas, alterações nas unhas, dores musculares, formigamento nas mãos e nos pé e queda de cabelo. Os fios e os pelos também caem com a quimioterapia vermelha, recomendada nos casos de câncer de mama, estômago, bexiga e de ovário, que ainda pode provocar enjoo, anemia, aftas e inflamações na região da boca.

SAL EM EXCESSO E CÂNCER DE ESTÔMAGO

O excesso de sal favorece o aparecimento de câncer de estômago e do trato urinário. Daí a importância de tirar o saleiro da mesa e evitar o sódio escondido no refrigerante e no conservante de alimentos congelados, enlatados, pré-preparados, embutidos e defumados, inclusive os que têm apelo saudável, como hambúrguer vegetariano congelado, sopa light de pacote, peito de peru e bacalhau.

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CÂNCER DURANTE A GRAVIDEZ. O QUE FAZER?

Apesar de não ser comum, o câncer pode aparecer durante a gravidez, especialmente nos seios. Nesses casos, para não prejudicar o bom desenvolvimento do feto, os médicos costumam recomendar a cirurgia. Afinal, a radioterapia é contraindicada durante toda a gestação e a quimioterapia, no primeiro trimestre. Regra geral, os exames de pré-natal podem ser realizados, desde que com o devido cuidado. Daí, a importância de respeitar as consultas com o obstetra e o oncologista.

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CLINONCO NA MÍDIA

15/08/2016
Demora no SUS complica tratamento contra câncer As diferenças no tratamento para o câncer podem não depender apenas dos aspectos específicos da doença e das variações entre pacientes. Tempo de espera por consultas com especialistas, facilidade para realização de exames, diagnóstico precoce e disponibilidade de tratamentos modernos não são iguais nas redes pública e privada. O pai da analista de sistemas Monica Xavier Fonseca, de 45 anos, fazia o acompanhamento em São Paulo até se mudar para Extrema (MG). Após seis meses de espera, ele conseguiu uma consulta de rotina e fez o exame de PSA, cujo resultado foi considerado alto. Foi em novembro do ano passado. Como ele estava encontrando dificuldade para ser consultado rapidamente com um urologista, a família resolveu se unir para trazê-lo de volta para São Paulo para a realização de consultas e tratamento.   Mas os prazos longos que eram dados na rede pública fizeram com que as etapas necessárias para fechar o diagnóstico fossem feitas na rede particular. “Fizemos uma vaquinha e o levamos a um médico particular, que fez o exame de toque e viu que ele estava com o problema de câncer de próstata. Ele não conseguiu fazer os exames na rede pública, todos eram muito demorados. Tomografia, cintilografia e raio X do tórax para ver se tinha dado metástase. Acabamos fazendo tudo particular. Só fez a biópsia em Diadema, porque conseguimos um encaixe”, disse Monica. Nessa fase, a família do aposentado Leoncio Xavier Rodrigues, de 74 anos, pagou R$ 1.080, mas Monica diz que não se arrepende de ter feito a mobilização para conseguir ajuda. “É horrível saber que seu pai está morrendo e pode não ter chance de ser atendido, porque há várias pessoas na mesma situação. Só um exame, a tomografia, estava marcado no hospital público e era só para abril. Fomos, então, nos lugares mais baratos e pedimos descontos.” Com os resultados em mãos, o aposentado conseguiu encaminhamento para ser atendido no Hospital São Paulo, ligado à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde fez cirurgia para remoção do tumor em março. “Ele foi operado, refez o exame pelo Hospital São Paulo e começou a fazer hormonioterapia. E começou a luta para fazer o tratamento. O remédio estava em falta e fizemos outra vaquinha para comprá-lo. Custava R$ 2.500. Depois, trocaram a medicação dele. Não sei se tem o mesmo resultado.” Monica diz que, agora, a nova saga é para pegar a medicação. “A gente precisa ficar ligando quase todos os dias para saber se já chegou. Quando chega, minha irmã, que mora mais perto, vai lá buscar. A gente tem medo que ele fique sem, ele precisa desse remédio.” Apesar das dificuldades enfrentadas, ela comemora o atual estado de saúde do pai. “Ele ficou com incontinência urinária, mas está ótimo. Está bem, animado e com disposição. Consegue dirigir e fazer algumas coisas em casa.” Em nota, o Hospital São Paulo informou que os dois medicamentos prescritos para o paciente “são indicados e receitados igualmente”. Disse ainda que o contato telefônico “é necessário para confirmar a disponibilidade, já que a entrega dos medicamentos é feita parceladamente”. Acompanhamento Paciente da rede privada, o aeronauta Marino S. Filho, de 58 anos, teve indícios de que estaria desenvolvendo um câncer de próstata no começo de 2013, mas seu caminho foi muito diferente do de Rodrigues. O resultado do PSA foi considerado baixo e o exame de toque não revelou presença de tumor. Mesmo assim, o médico que o atendeu deu início a uma varredura para verificar se a saúde dele realmente estava bem. “Por causa do histórico familiar, meu tio morreu de câncer de próstata, o médico pediu uma biópsia e um dos fragmentos deu positivo. Ele me encaminhou para um especialista, que pediu mais exames, uma biópsia em dez pontos, mapeamento total, ressonância magnética. Foi tudo muito rápido.” Os resultados mostraram que não seria necessário fazer intervenção cirúrgica imediata e o aeronauta, que é paciente do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ficou sendo acompanhado durante um ano. “Na segunda ressonância, o médico viu que a lesão estava chegando perto do osso. Fiz uma cirurgia robótica não invasiva, não precisei de nenhuma medicação depois. Tive uma ótima recuperação. Estou vivendo uma rotina normal, faço exames a cada seis meses.”   O aeronauta diz que fez toda a diferença ter recebido um tratamento rápido e de ponta. “Sei que é duro para a maioria da população ter acesso ao tratamento. Há pessoas que levam anos para conseguir fazer a cirurgia. Por isso, o principal caminho ainda é a prevenção. Esse tipo de manifestação não dá sintomas. Quando dá, o homem já está condenado à morte. Os homens não devem ter preconceito”, diz. Ele diz que o apoio da família foi fundamental ao longo do monitoramento do tumor e nos períodos antes e depois da cirurgia, mas que a força dada pelo médico também foi decisiva para que ele se mantivesse equilibrado. “Ele disse que foi um privilégio ter descoberto em fase inicial e, mesmo que tivesse alguma consequência, eu tenho minha família, minha mulher e teria minha vida. Depois disso, eu não via a hora de tirar a bomba-relógio que havia em mim.” Diferenças Oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e supervisor técnico do serviço de oncologia do Hospital Heliópolis, ligado à Secretaria Estadual da saúde, Artur Malzyner diz que as dificuldades e diferenças podem ser encontradas tanto na rede pública quanto na privada. “O tratamento dos pacientes que têm câncer com acesso à medicina privada não é uniforme. Também não é no SUS. Temos um atendimento que pode ser primário e pouco atualizado assim como uma gama imensa de recursos tecnológicos e farmacêuticos, mas isso é variado tanto no serviço privado quanto no público.” Mesmo assim, ele afirma que há diferenças quando os sistemas são comparados. “É menor a probabilidade de o paciente receber o mesmo tratamento atualizado que há na rede privada, porque há menos atualizações no SUS.” Malzyner explica, no entanto, que mais importante do que o tratamento de primeira linha é o diagnóstico precoce. “O sucesso do atendimento não está só em submeter o paciente a um bom tratamento, mas em ter o diagnóstico. Esse é o gargalo”, afirma.Acesse o link do Portal do Jornal Estadão: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,demora-no-sus-complica-tratamento-contra-cancer,10000069542
12/08/2016
Viajar com os sogros não precisa ser cilada: veja como fazer tudo dar certo Longe da desagradável personalidade que o imaginário popular faz das sogras, viajar com o seu parceiro e os pais dele pode ser uma experiência divertida, além de ajudar a fortalecer os vínculos entre os familiares. Para quem tem crianças, a possibilidade de deixá-las curtir mais os avós é um ganho extra. No entanto, a experiência também exige uma certa dose de preparação mental e de planejamento. É isso o que sugerimos a seguir. Fontes: Gabriela Malzyner, psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae; Gessimara Sciaca, psicanalista de crianças, adolescentes e adultos, e Carlos Pimentel, professor do curso de graduação em Psicologia da Universidade Federal da Paraíba. Bom pra eles, melhor pra mim Se os seus sogros querem tudo do bom e do melhor, nem pense em levá-los a um lugar onde existam apenas pousadas rústicas ou campings. Melhor escolher resorts ou pensar em um cruzeiro. O estilo de viagem também deve ser considerado. Será que eles topariam um passeio em que é necessário ficar muitas horas dentro de um carro para o deslocamento? Antes de marcar algo, é bom conversarem bastante sobre tudo isso. Quartos separados, sempre! Ainda que a turma toda alugue uma casa, procure por aquelas que tenham quartos e banheiros privativos. Se dividir pode ser complicado até para cônjuges, quem dirá para parentes que têm menos intimidade entre si. Já imaginou você se estressar porque eles demoram muito no banho ou eles reclamarem por você ter deixado cabelos na pia? Melhor evitar. Todo mundo está feliz? Há uma regra que funciona muito bem para relacionamentos próximos em geral: se o outro está bem, você também está. Funciona assim: eles adoram comer? Deixe que escolham o restaurante do almoço ou jantar. Há um local que eles fazem questão de visitar? Coloque na programação. E não se esqueça de tirar muitas fotos com os seus sogros, para não ser cobrado por isso mais tarde. Lembre que você ainda fará muitas outras viagens sem eles e poderá decidir tudo, sem intervenções. Nada de grude Você não precisa agir como o cuidador dos seus sogros - pode e deve deixá-los sozinhos em alguns momentos. Se tiver filhos, dá para contar com eles para conseguir um jantar a sós com o par ou até para encarar uma balada adulta. Você pode, inclusive, sair sem o parceiro. Seus sogros vão adorar passar um tempo sozinhos com o próprio filho ou filha. Abuse da gentileza Por outro lado, se a sogra se oferecer para passar um tempo com as crianças, deixe que faça as coisas do jeito dela. Não queira dizer exatamente o que devem comer ou a que horas precisam ir dormir, por exemplo. Já se o sogro resolveu comandar o fogão e o resultado não foi tão bom, coma sem reclamar. Não é momento de ser crítico. Relaxe! Tenha em mente algo importante: é só por alguns dias, não para sempre. Se possível, tire proveito disso. A sogra é controladora? Deixe ela encarregada das compras e do cardápio do dia. O sogro adora pilotar a churrasqueira? Ótimo, se ofereça para ajudar no que for necessário, mas deixe que ele faça como quiser. Já se eles têm mania de limpeza enquanto você não se importa de dormir com a pia cheia de louça, esforce-se para deixar a cozinha em ordem após a refeição. Divida as contas Dessa forma, não haverá mal-estar e nem sentimentos do tipo "vou fazer isso, mesmo sem querer, porque eles estão bancando a viagem". Pagar algo para eles ou receber um jantar de graça é algo completamente viável, assim como deixar que eles financiem um passeio diferente para as crianças. Contudo, no geral, melhor que cada um cuide de suas contas. Acredite: esse simples cuidado colabora para deixar a família unida e não o contrário. Aguente firme Até com um grande amor, a convivência intensa pode ser difícil. Por isso, prepare-se para engolir alguns sapos e treine o "pense antes de falar". Você não vai mudar seus sogros em uma viagem e, certamente, haverá situações irritantes. Releve. Se perceber que está prestes a dizer ou a fazer algo de que vá se arrepender depois, saia para dar uma volta, esfrie a cabeça e retorne apenas quando conseguir se controlar. Não encare como férias Prefira chamar de viagem com a família. Assim, fica mais fácil preparar a mente para a experiência. O passeio pode até ser encarado como um aquecimento para as férias de verdade, mas não mais do que isso. Nada substitui aquela viagem que você vai desfrutar de forma mais relaxada, sem precisar se preocupar em como agir ou com o que dizer.Acesse o link do Portal UOL: http://viagem.uol.com.br/listas/da-para-ser-feliz-na-viagem-com-os-sogros-mas-e-preciso-estar-preparado.htm
21/06/2016
Entenda o que é o linfoma não-Hodgkin, câncer que acometeu Edson Celulari Todo o público foi pego de surpresa com a foto postada por Edson Celulari na última segunda-feira, 20, que revelou que o ator começaria seu tratamento para curar um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer.  "O linfoma não-Hodgkin, na verdade, engloba um grande grupo de doenças neoplásicas, isto é, cânceres, com origem nos linfonodos", explica Ricardo Caponero, da CLINONCO, clínica especializada em oncologia. Por ser uma doença cancerígena, se não tratada de forma correta, pode levar o paciente à morte. "Os linfomas espalham-se pelo corpo, comprometem vários grupos de gânglios linfáticos e podem se espalhar para o fígado, baço e medula óssea", afirma o oncologista.  Os principais sintomas do linfoma não-Hodgkin são o aumento de linfonodos, ou seja, gânglios linfáticos no pescoço, axilas ou virilha, excesso de sudorese noturna, febre, coceira na pele e perda de peso sem motivo aparente. Há poucos fatores de risco que levam ao desenvolvimentos da doença, mas alguns dos conhecidos são: sistema imune comprometido, exposição química e exposição a altas doses de radiação. Para a prevenção, as recomendações são as mesmas que para a maioria dos tipos de câncer, como ter uma dieta rica em verduras e frutas. Caponero explica que a suspeita do surgimento do linfoma não-Hodgkin pode ser feita por um médico, mas, para a confirmação do diagnóstisco, é essencial fazer o exame anatomopatológico, isto é, a análise do material de biópsia. "Geralmente se retira um linfonodo inteiro para permitir o diagnóstico adequado e os exames complementares de imuno-histoquímica, citogenética e, eventualmente, testes moleculares", explica o oncologista. "Depois de feito o diagnóstico, o passo seguinte é o estadiamento da doença, geralmente feito pelo exame de PET-CT (Tomografia Computadorizada com emissão de pósitrons)." Outras personalidades como Dilma Rousseff, Reynaldo Gianecchini e Luiz Fernando Pezão também foram vítimas da doença. No entanto, Caponero explica que cada caso do linfoma não-Hodgkin deve ser analisado de forma individual. "Apesar de originários dos linfonodos, os linfomas podem se originar de células linfoides de diferentes linhagens e em diversos graus de maturação, consistindo portanto, doenças de diferentes comportamentos clínicos", diz o médico. "Além da doença, a apresentação clínica pode se dar em fases distintas da evolução e também pode acometer pacientes com situações clínicas variadas. Isso faz com que cada caso deva ser analisado individualmente quanto ao prognóstico e melhor forma de tratamento", afirma. A quimioterapia e a radioterapia são as modalidades mais importantes no tratamento da doença. Os remédios, sua quantidade e o tempo de tratamento dependem do tipo do linfoma e em que estágio do câncer o paciente está. Em algumas situações, o transplante de medula óssea pode ser importante.Acesse o link do Portal do Jornal O Estado de S. Paulo: http://emais.estadao.com.br/noticias/bem-estar,entenda-o-que-e-o-linfoma-nao-hodgkin-cancer-que-acometeu-edson-celulari,10000058419 Todo o público foi pego de surpresa com a foto postada por Edson Celulari na última segunda-feira, 20, que revelou que o ator começaria seu tratamento para curar um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer.
09/05/2016
Radiodermite O que é Radiodermite? Radiodermite é o nome dado às alterações da pele provocadas pela radioterapia. Ela pode ser pouco perceptível ou chegar ao limite de uma queimadura complexa. Essas alterações podem se dar em todas as camadas teciduais da pele, levando à desidratação, o que pode acabar ocasionando complicações secundárias como infecção local ou, em situação extrema, necrose.   Tipos Apresenta até quatro graus de manifestações, que são classificados de acordo com a severidade da lesão: Grau I: avermelhamento leve ou descamação seca da pele, que podem ser associados a prurido e quedas de pelos ou cabelos. Grau II: avermelhamento moderado e edema intenso, que pode ocasionar uma descamação úmida limitada às dobras da pele. Esta descamação pode estar associada à dor e bolhas que podem estourar ou infeccionar. Grau III: descamação úmida extensas em outras localizações e inchaço no local. Grau IV: necrose cutânea ou ulceração de toda espessura da derme, podendo estar associados a sangramento, dor e infecções secundárias.   Causas A radiodermite é causada por exposição à radiação externa, devido ao efeito da absorção de energia das radiações pelas moléculas do organismo. Quanto maior a exposição maior pode ser a intensidade das lesões. Não se conhecem todos os fatores de sensibilidade ou resistência natural que diferenciam as pessoas que recebem certa dose de radiação, mas reagem de maneira diversa.   Sintomas Sintomas de Radiodermite A radiodermite tem como principal sintoma as lesões de pele relacionadas ao tratamento radioterápico. Dependendo do grau (tipo) da lesão, pode ter descamação, queda de cabelo, edema (inchaço) até necrose.   Tratamento e Cuidados Tratamento de Radiodermite Num aspecto geral, o tratamento de radiodermite é clínico e muitas vezes sintomático. Ele também é dividido de acordo com a intensidade do problema: Grau I: hidratantes hidrofílicos e corticosteorides tópicos para coceiras. Grau II e III: tratamento envolve prevenção de infecções secundarias. Pode-se utilizar rifocina tópica, curativos de silicone, hidrogel ou hidrocolóides. Dependendo da lesão é necessária a interrupção do tratamento radioterápico. Grau IV: tratamento radioterápico temporariamente interrompido e o tratamento da lesão pode incluir intervenção cirúrgica ou utilização de enxertos. Convivendo (prognóstico) Complicações possíveis A radiodermite nos graus descritos é um processo que tende ser evolutivo quando são mantidas as causas que as originaram. Infecção e necrose são as consequências mais graves de uma radiodermite em sua fase aguda, podendo dar lugar tardiamente - após alguns anos - a fenômenos como queratose e câncer de pele.   Prevenção Existem medidas que podem ajudar na prevenção destas lesões quando se faz radioterapia: . manter a hidratação corpórea ingerindo de dois a três litros de água diariamente . manter a área que recebe radiação limpa e seca . lavar a área com água morna e sabão neutro . não utilizar perfumes ou loções a base de álcool . não utilizar roupas sintéticas . não utilizar laminas ou qualquer outro produto para aparar os pelos . não utilizar talco na região . evitar produtos tópicos a base de metal . evitar a exposição ao sol da área que está sendo tratada . evitar a continuação da radioterapia se estiver com grau II ou maior.   Fontes e referências Escrito por: Artur Malzyner, oncologista e especialista Minha Vida - CRM: 20456/SP.
25/04/2016
"Pílula do câncer": falta de teste compromete segurança, segundo Anvisa Liberar um medicamento sem pesquisa pode colocar em risco a população, o sistema regulador e até a indústria que fabrica remédios. Só que a questão do uso e aprovação da fosfoetanolamina virou uma bola de neve no Brasil. Isso porque a Câmara dos Deputados aprovou a produção e o uso da fosfoetanolamina sintética, a chamada “pílula do câncer”, mesmo sem aval de pesquisas. A Anvisa vê com preocupação essa aprovação, na Câmara Federal, do PL 4639, que ainda passará pelo crivo do Senado. Isso porque ela não passou pelos testes que garantam sua segurança e eficácia, como é exigido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para que um medicamento seja liberado para uso da população. A posição da Anvisa é clara: “Não há nenhum pedido protocolado na Anvisa para a realização de ensaios clínicos ou solicitação de registro dessa substância. Por isso, é absolutamente descabido acusar a Anvisa de qualquer demora em processo de autorização para uso da Fosfoetanolamina. O que há, de fato, é que uma substância que é utilizada há tantos anos nunca foi testada de acordo com as metodologias científicas internacionalmente utilizadas, para comprovar sua segurança e eficácia. Da mesma forma, os desenvolvedores dessa substância nunca procuraram estabelecer um processo produtivo em fábrica legalmente estabelecida e certificada para operar com qualidade”. Médicos são contra O Dr. Ricardo Caponero, médico oncologista graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com especialização em Oncologia pela Sociedade Brasileira de Oncologia Clinica (SBOC) e Coinvestigador de Pesquisas Clínicas Nacionais e Internacionais Multicêntricas, já foi categórico em relação ao uso da fosfoetanolamina como medicamento para tratar o câncer. “É pura enganação”, diz o doutor.  “Absolutamente um mito, como tantos outros que surgem de tempo em tempo”, completa.Acesse o link do Portal IBSP: http://segurancadopaciente.com.br/noticia/pilula-do-cancer-falta-de-teste-compromete-seguranca-segundo-anvisa/

CÂNCER NA MÍDIA

02/08/2016
Cansaço extremo e falta de ar podem ser sinais de câncer de pulmão Agosto é o mês de conscientização sobre câncer de pulmão, uma doença que atinge cerca de 30 mil pessoas por ano no Brasil. Por mais que seja uma doença conhecida, 90% dos casos da doença são diagnosticados já em estágio avançado. O cirurgião torácico do Hospital Abert Einstein Ricardo Sales afirmou que esse índice exacerbante está relacionado ao fato de a doença ser silenciosa. Os principais sintomas, que são cansaço extremo, tosse incessável e falta de ar, só começam a se manifestar quando o câncer já está em estágio avançado, dificultando o tratamento. — Os cirurgiões torácicos só podem operar alguém com câncer de pulmão quando a doença é diagnosticada precocemente. Com a cirurgia, as chances de cura são quase certeiras. No entanto, a maior parte dos pacientes só vai procurar um especialista quando a doença está em estágio avançado, e nesses casos, só tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia podem resolver. Grupo de risco Sales listou quem são as pessoas que mais têm chances de desenvolver o câncer de pulmão: são pessoas com mais de 50 anos que, há 30 anos ou mais, fumam pelo menos um maço de cigarro por dia. Contudo, apesar de os tabagistas serem os mais propensos a desenvolverem a doença, ex-fumantes, fumantes passivos e pessoas que vivem em ambientes poluídos não podem neglienciar o problema, uma vez que 20% dos casos afetam esse tipo de público. Uma pesquisa do Datafolha, encomendada pela biofarmacêutica Bristol-Myers Squibb, mostrou que há uma desinformação grande em relação à doença: 76% da população brasileira nunca conversou com um médico sobre câncer de pulmão e apenas 39% se considera bem informada sobre a doença. O oncologista Marcelo Cruz ressaltou que esses índices se devem porque a doença é subestimada, e que isso só vai mudar quando as pessoas começarem a dar a ela a mesma importância que dão aos outros tipos de câncer. — O câncer de pulmão é o único tipo de câncer que pode ser prevenido. O câncer de mama e o de próstata, que são levados muito mais a sério pela maior parte da população do que o câncer de pulmão, não têm prevenção. Então, as pessoas precisam aproveitar que há como evitar o problema e tomar as medidas que lhes cabem para isso. Segundo a presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, medidas que contribuem para que a doença não se desenvolva são não fumar, praticar atividades físicas e evitar exposição a elementos químicos como os presentes em construções, mineradoras e isolantes térmicos. Luciana recomenda, ainda, que as pessoas conversem com seus médicos sobre a doença. O tabagismo começa na infância A pesquisa mostrou que três em cada dez brasileiros conhecem alguém que tem ou já teve câncer de pulmão. No entanto, esse alto índice não significa que essas pessoas procuram se prevenir. Apesar de o número de fumantes ter caído desde o surgimento de campanhas contra o tabagismo, ainda há grande incidência entre os jovens. Marcelo Cruz explica: — O tabagismo começa na infância e na adolescência. Não podemos negligenciar essa faixa etária. Desde 2005, observamos uma queda no número de tabagistas, hoje eles representam 17% da população do País, porém os adolescentes têm fumado cada vez mais. Além do câncer de pulmão, o cigarro pode causar outras doenças como o DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), que é nada menos que a bronquite crônica atuando no organismo ao mesmo tempo que a inflamação dos brônquios. O transtorno faz com que a camada elástica do pulmão vá perdendo elasticidade, dificultando o processo de troca de oxigênio. Além disso, acidentes vasculares cerebrais e infartos podem ocorrer por causa do fumo, porque ao ingerir as substâncias tóxicas presentes no cigarro, a pessoa estimula o entupimento de veias no cérebro e no coração. O tabagismo afeta, ainda, a aparência: amarela os dentes e estimula o surgimento de rugas.Acesse o link do Portal R7: http://noticias.r7.com/saude/cansaco-extremo-e-falta-de-ar-podem-ser-sinais-de-cancer-de-pulmao-02082016
15/07/2016
Sem medo do tratamento do câncer de próstata Um homem recebe a notícia de que tem um câncer na próstata e imediatamente começa a imaginar o tratamento e se depara com dois medos principais: impotência e infertilidade. Mas é preciso ter calma. Apesar de qualquer tratamento deste tipo provocar, sim, alguma alteração sexual e reprodutiva, a qualidade de vida volta com o tempo e muitos dos problemas mais temidos nestes casos têm solução. De acordo com o urologista do Einstein, Dr. Sidney Glina, é muito importante que o paciente conheça os riscos antes de iniciar tratamento. “Já ouvi muitos homens reclamando que não ejaculam mais depois da cirurgia. Mas isto é claro. Sem a próstata, não há como ejacular. Por outro lado, o orgasmo pode ser mantido na maioria dos casos. Tudo isso deveria ser conversado com o médico antes do tratamento em si”, explica. “E é só uma questão de tempo para que a qualidade de vida do paciente volte”, afirma. O câncer de próstata costuma atingir homens a partir de 45 anos e é hoje o mais comum entre os que têm mais de 50 anos. Abaixo, listamos as principais dúvidas dos homens sobre o assunto. Quais os tratamentos para o câncer de próstata? Radioterapia e/ou cirurgia de retirada da próstata. Vou ficar infértil após o tratamento? Com a retirada da próstata o indivíduo deixa de ejacular, ficando, portanto, infértil. Ele não perde, porém, a sensação do orgasmo. Já com a radioterapia, o indivíduo vai deixando de ejacular aos poucos, mas também continua sentindo orgasmos. Vou perder a ereção após a cirurgia? A cirurgia provoca certa lesão na ereção, que pode voltar em boa parte dos casos. Homens acima de 65 anos têm cerca de 30% de chance de voltar a ter o mesmo nível de ereção que tinham antes do procedimento. Aqueles abaixo de 60 anos têm de 60 a 70% de chance. Como reduzir a perda de ereção com o tratamento? A cirurgia deve ser tecnicamente bem realizada e espera-se que o tumor não seja grande o bastante para ter afetado os nervos da ereção. Vou deixar de ter orgasmo após o tratamento? Apenas 20% dos homens reclamam de alteração na sensação do orgasmo. Mesmo que “a seco”, o orgasmo tende a se manter satisfatório para aqueles que não o perderam. Fiz a cirurgia e fiquei com problema de ereção. Tem como resolver? Sim. Atualmente o problema da ereção pode ser resolvido por via oral (com comprimidos), por injeções aplicadas diretamente no pênis pouco antes do ato sexual ou até mesmo com a implantação de próteses penianas. Vou iniciar o tratamento. Poderei ter filhos depois? Pelos meios tradicionais, não. Mas é possível congelar o sêmen antes da cirurgia ou fazer aspiração de espermatozóides dos testículos (ou do epidídimo) nos homens já operados.Acesse o link do Portal do Hospital Albert Einstein: https://www.einstein.br/especialidades/oncologia/noticias/sem-medo-tratamento-cancer-prostata
08/07/2016
Medicina de precisão avança contra o câncer Washington, 8 Jul 2016 (AFP) - Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos testou com sucesso em laboratório 265 drogas sobre uma ampla amostra de células tumorais que continham um enorme número de mutações genéticas responsáveis por diferentes tipos de câncer, um avanço considerado importante na medicina de precisão. Na maioria dos casos, os cientistas, cujo estudo foi publicado nesta semana na revista Cell, constataram que estes anticancerígenos, já no mercado ou em desenvolvimento, destruíram no laboratório as células portadoras de mutações genéticas de muitos tipos de câncer. O estudo mostra como os tratamentos existentes poderiam ser utilizados para tratar novos grupos de pacientes ou ser mais eficazes nos pacientes cujos tumores têm anomalias genéticas específicas. Este avanço vai ajudar também os pesquisadores a desenharem novos agentes capazes de atacar cânceres em função da sua assinatura genética. "Este é o começo de um processo de pesquisa para determinar como mirar em diferentes populações de pacientes com os anticancerígenos específicos, uma pesquisa impossível há alguns anos porque não tínhamos sequenciado suficientemente o DNA dos tumores", explica Mathew Garnett, biólogo no Wellcome Trust Sanger Institute, no Reino Unido, e um dos principais autores do estudo. Os cientistas com frequência dependem de cultivos de células cancerosas in vitro para começar a desenvolver novas drogas anticancerígenas. "Não podemos testar centenas de substâncias experimentais contra o câncer em um só paciente, é simplesmente impossível, mas é possível fazê-lo nas linhagens de células no laboratório, que podem ser expostas a um grande número de medicamentos diferentes para determinar sua eficácia respectiva", disse Ultan McDermott, oncologista e pesquisador no Singer Institute e coautor deste trabalho. Para este estudo, os cientistas utilizaram o Atlas do genoma do câncer dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e o Consórcio Internacional do Genoma do Câncer, que reuniram a informações genéticas de mais de 11.000 amostras de tumores. Em seguida, as compararam com cerca de mil linhagens de células cancerosas no laboratório para identificar aquelas que tinham os mesmos tipos de mutações que os tumores. "Uma grande quantidade destas linhagens celulares contém as características moleculares que são importantes nos cânceres humanos", disse McDermott. A partir disso, os pesquisadores puderam predizer as respostas de diferentes células tumorais a 265 drogas anticancerígenas já existentes ou em desenvolvimento. Objeto de uma importante iniciativa do presidente Barack Obama lançada em 2015, a medicina de precisão consiste em tratar os pacientes segundo as anomalias genéticas específicas do seu tumor, em vez de em função do seu tipo de câncer.Acesse o link do Portal UOL: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2016/07/08/medicina-de-precisao-avanca-contra-o-cancer.htm
17/05/2016
Atividade física regular reduz o risco de câncer   Prevenção do câncer: praticar exercícios físicos regularmente está associada a redução de 13 tipos de câncer (Stockbyte/Thinkstock/VEJA/VEJA) Praticar atividades físicas regularmente reduz o risco de desenvolver 13 tipos de câncer. De acordo com o estudo publicado na revista científica JAMA Internal Medicine, a prática de exercícios está associada a uma redução de 7% na probabilidade de desenvolver qualquer tipo de tumor. “Nossos resultados mostram que a relação entre exercício e redução do risco de câncer pode ser generalizada em diferentes grupos de pessoas, incluindo aquelas com sobrepeso e as que foram fumantes”, explicou Steven Moore, principal autor do estudo. A pesquisa, realizada pelo Instituto Nacional do Câncer, dos Estados Unidos, revisou 12 estudos americanos e europeus feitos entre 1987 e 2004, com 1.4 milhão de participantes. Durante cerca de onze anos de acompanhamento, 186.932 casos da doença foram diagnosticados entre os participantes. Em seguida, os autores relacionaram os dados sobre a prática de atividade física com o risco de desenvolvimento de 26 tipos de câncer. Os resultados apontaram que uma vida ativa fisicamente está associada a um menor risco no desenvolvimento de pelo menos 13 tipos de câncer. Por exemplo, a prática de exercícios está relacionada à uma redução de 42% no risco de câncer de esôfago e 25% no caso de tumores no fígado e pulmão. Em média, a prática regular de exercício físico estava associada à redução de 7% no risco de desenvolver qualquer tipo de câncer. Por outro lado, a atividade física regular foi associada a um aumento em dois tipos de câncer: próstata (+5%) e melanoma (+27%). No caso do melanoma, tipo agressivo e letal de câncer de pele, o índice foi observado apenas em regiões onde há alta incidência de raios UV e os autores acreditam que esse aumento esteja relacionado à prática de atividade física ao ar livre. Já em relação ao câncer de próstata, não há uma hipótese de relação direta, mas os autores acreditam que homens que se exercitam mais também tendem a se cuidar mais e, assim, são mais diagnosticados. Na maioria dos casos, a relação entre atividade física e redução do risco de câncer foi mantida independente do peso e do hábito de fumar dos participantes. As atividades às quais o estudo se refere são: caminhar, correr, nadar ou pedalar, em um ritmo que pode ir de pausado a intenso, durante 150 minutos por semana. “Estes resultados sustentam a promoção da atividade física como um componente chave dos esforços de prevenção e controle do câncer em toda a população.”, disse Moore. Apesar dos resultados, os autores advertem que fatores como dieta, tabagismo entre outros, podem afetar o risco de desenvolvimento de tumores.Acesse o link do Portal Veja.com: http://veja.abril.com.br/saude/atividade-fisica-regular-reduz-o-risco-de-cancer/

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