COMO PREVENIR CÂNCER DE PRÓSTATA?

Devem-se considerar dois aspectos na prevenção do câncer da próstata. O primeiro, prevenção propriamente dita, utiliza procedimentos que reduzem a probabilidade do aparecimento do câncer de próstata. Estão relacionados com a alimentação, estilo de vida e uso de medicamentos capazes de reduzir este risco.

A prevenção primaria se alicerça em alguns medicamentos, geralmente anti-hormônios que reduzem o risco de desenvolver o câncer em aproximadamente 25% dos pacientes de alto risco, a saber, homens que tenham história de câncer de próstata na família ou que apresentaram certas doenças benignas da próstata.

O segundo aspecto trata-se na realidade da busca pelo diagnostico mais precoce, permite o tratamento em fases mais curáveis da evolução desta moléstia.

Baseia-se no exame médico com toque da próstata e na dosagem sanguínea do PSA. Se o toque identificar nódulos ou se o PSA dosado se encontrar elevado, o paciente é submetido a uma biópsia guiada por exame de ultrassonografia.

Confirmando-se o diagnostico de câncer de próstata precoce, o paciente  é então, submetido a tratamento curativo por meio de cirurgia ou de radioterapia. Esta modalidade de prevenção é muito eficiente para reduzir a mortalidade pelo câncer de próstata, pois permite um diagnostico sem ter ocorrido disseminação da doença.

EFEITOS DA QUIMIOTERAPIA

Os efeitos colaterais da quimioterapia variam conforme a técnica utilizada. Na chamada quimioterapia branca, usada no câncer de mama, ovário, útero e pulmão, é comum ter reações alérgicas, alterações nas unhas, dores musculares, formigamento nas mãos e nos pé e queda de cabelo. Os fios e os pelos também caem com a quimioterapia vermelha, recomendada nos casos de câncer de mama, estômago, bexiga e de ovário, que ainda pode provocar enjoo, anemia, aftas e inflamações na região da boca.

SAL EM EXCESSO E CÂNCER DE ESTÔMAGO

O excesso de sal favorece o aparecimento de câncer de estômago e do trato urinário. Daí a importância de tirar o saleiro da mesa e evitar o sódio escondido no refrigerante e no conservante de alimentos congelados, enlatados, pré-preparados, embutidos e defumados, inclusive os que têm apelo saudável, como hambúrguer vegetariano congelado, sopa light de pacote, peito de peru e bacalhau.

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CÂNCER DURANTE A GRAVIDEZ. O QUE FAZER?

Apesar de não ser comum, o câncer pode aparecer durante a gravidez, especialmente nos seios. Nesses casos, para não prejudicar o bom desenvolvimento do feto, os médicos costumam recomendar a cirurgia. Afinal, a radioterapia é contraindicada durante toda a gestação e a quimioterapia, no primeiro trimestre. Regra geral, os exames de pré-natal podem ser realizados, desde que com o devido cuidado. Daí, a importância de respeitar as consultas com o obstetra e o oncologista.

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CLINONCO NA MÍDIA

31/01/2017
Precisamos falar sobre depressão infantil Nas próximas duas décadas, a depressão será uma das doenças mais recorrentes no mundo. Ela ultrapassará o número de indivíduos com câncer ou que sofrem de problemas cardíacos, conforme aponta a Organização Mundial da Saúde em dados de 2014. Hoje, cerca de 400 milhões de pessoas lidam diariamente com um profundo e duradouro sentimento de tristeza e desesperança — isto é, o equivalente a 7% da população mundial, sendo que a maioria está concentrada em países em desenvolvimento. Todavia, essa epidemia silenciosa não se restringe aos adultos. Segundo a OMS, o índice de crianças entre 6 e 12 anos diagnosticadas com a doença saltou de 4,5% para 8% na última década. Para a medicina, a depressão infantil é uma patologia relativamente nova. Foi somente nos anos 1970 que ela passou a ser reconhecida na literatura médica, sendo que antes disso os casos eram considerados raríssimos ou inexistentes. Mas como identificar um transtorno psíquico em uma criança que ainda está aprendendo a nomear os sentimentos que a acometem? Muitas vezes, crianças depressivas acreditam que o desconforto e a tristeza são condições inevitáveis e naturais à sua existência. Dessa forma, não entendem essa situação como algo fora da normalidade, capaz de ser diagnosticado e resolvido. Isso faz com que os pequenos se escondam no próprio silêncio, se retraindo dos laços afetivos e inibindo uma das características mais importantes da infância: a surpresa da descoberta ao brincar. Para a Dra. Mariana Bonsaver, psicóloga infantil da Maternidade Pro Matre Paulista, é necessário atenção redobrada dos pais e familiares em situações como esta. De acordo com ela, os sintomas da depressão infantil são comumente confundidos com crises transitórias decorrentes da faixa etária. “A criança também pode apresentar dificuldade em expressar o que há de errado com ela, o que pode interferir no diagnóstico”, explica. Como se trata de um distúrbio mental, a depressão ainda é incapaz de ser identificada através de testes laboratoriais. Portanto, a avaliação médica se respalda no Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais. A partir da ocorrência de ao menos cinco sintomas listados no manual em um espaço de tempo de duas semanas, é possível diagnosticar a criança com a doença. A depressão infantil pode ser diagnosticada em crianças entre 4 e 9 anos. A partir dessa faixa etária, dependendo do diagnóstico e do quadro do pequeno, pode ser necessária a prescrição de medicamentos, além do acompanhamento psicológico. Os causadores da doença variam. Eles podem ser uma predisposição genética; traumas, como abuso sexual ou psicológico; convivência familiar, principalmente no que diz respeito à relação com a mãe; problemas durante a gestação e alguns traços próprios do temperamento. “Irritabilidade, alterações no padrão de sono e de alimentação, baixa autoestima, crises de choro, oscilações de humor, medo, agressividade, ansiedade” são alguns dos principais sintomas da depressão infantil, de acordo com a Dra. Mariana Bonsaver. Além disso, ela lista enurese e encoprese — emissões involuntárias de urina e fezes durante o sono, respectivamente — bem como dificuldades na escola, muitas queixas de dores físicas, e perda de interesse em atividades antes consideradas prazerosas como indícios da doença. As alterações de sono são os sintomas mais significativos quando se trata da depressão infantil. Elas podem se manifestar como insônia e pesadelos constantes, que por sua vez causam fadiga excessiva, além de sonolência profunda e frequente. “Isso também é bem comum no quadro depressivo dos adultos”, explica a Dra. Gabriela Malzyner, psicanalista membro do CEPPAN (Clínica de Estudos e Pesquisas em Psicanálise da Anorexia e Bulimia) e psicóloga do Instituto Pensi, do Hospital Infantil Sabará. “Para adormecer, precisamos nos permitir [relaxar], assim nos desfazemos da energia diária. Então, quando não estamos bem psicologicamente, a permissão de se desligar e adormecer se torna uma tarefa árdua.” Como é recorrente em quase todos os distúrbios psíquicos, o diálogo ainda é a maneira mais efetiva para entender e diagnosticar a doença. No entanto, o que se observa — cada vez com mais frequência — é a medicalização compulsiva, às vezes realizada sem o devido acompanhamento psicoterapêutico, de pessoas com desordens psicológicas. De acordo com a Dra. Gabriela, isso não se restringe apenas aos adultos com depressão. “A tendência é patologizar a criança”, declara a psicanalista. “Em vez dos familiares e responsáveis observarem o ambiente e perceberem que uma criança certamente desenvolverá algum distúrbio caso passe o dia inteiro na frente da televisão, por exemplo, eles já atestam que ela está doente porque não presta atenção nas coisas.” “Lógico que esses casos existem e precisam ser tratados, mas e se trabalhássemos em combater as causas antes de buscarmos avidamente por um diagnóstico? Muitos familiares lembram de dar o remédio para os filhos, mas se esquecem do quão fundamental é a terapia familiar, por exemplo”, continua a especialista, que ressalta a importância do diálogo e da desmedicalização da infância para a eficácia do tratamento da doença. “Precisamos saber o que eles sentem. Mesmo que eles não saibam nomear com tanta destreza como nós, eles têm ciência do que nutrem dentro de si.” Caso a depressão infantil não seja diagnosticada e tratada, a tendência é que a doença permaneça à espreita, acompanhando o paciente durante a adolescência. Neste caso, o quadro pode assumir contornos diversos como “isolamento, dificuldades de interação social, transtornos alimentares, abuso de drogas e ideações suicidas”, finaliza a Dra. Mariana.Acesse o link do Portal da Revista Claudia: http://claudia.abril.com.br/saude/precisamos-falar-sobre-depressao-infantil/
12/01/2017
Por que Anitta levar maquiador e fotógrafo nas férias importa? “Quando alguém como ela –que é referência para muitos jovens— não se permite relaxar sobre a aparência nem nas férias, passa a mensagem de que a imagem é muito importante”, afirma a psicóloga Roseli Caldas, que é também doutora em psicologia escolar e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Um fã da Anitta que, ao contrário da cantora não tenha recursos para manter a aparência sempre impecável, pode ficar com a impressão de que não tem valor algum como indivíduo, segundo Roseli. A psicóloga reconhece a importância da beleza para a carreira de Anitta, mas diz que, mesmo uma personalidade como ela, deveria se descolar da imagem pública, pelo menos, de vez em quando. “Que pesado ter de estar arrumada o tempo todo, dentro da água, com o cabelo molhado!” De acordo com Roseli, essa valorização da aparência vem causando impacto não só emocional, mas também na saúde de crianças e adolescentes. “Conversando com uma médica do Hospital das Clínicas de São Paulo, soube que têm sido frequentes os casos de bulimia e anorexia em pacientes com nove, dez anos. Já estamos vendo crianças com medo de engordar.” A psicóloga e psicanalista Gabriela Malzyner diz que pode parecer exagero, mas os jovens fãs da cantora, muitas vezes, não percebem a produção por trás de uma foto e tomam aquela imagem como um padrão a ser perseguido. Gabriela –que também é mestra em psicologia clínica-- ainda fala que a sociedade vive tempos confusos nos quais é difícil perceber quando estão tentando nos vender, como um ideal de beleza. “As jovens mulheres ficam oprimidas por uma beleza que não é real. Como se todo mundo pudesse ter a mesma aparência, esquecendo que cada indivíduo é único.”Acesse o link do Portal UOL: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/01/12/por-que-anitta-levar-maquiador-e-fotografo-nas-ferias-importa.htm
28/11/2016
HPV nas formas mais graves pode favorecer câncer de colo do útero Com aproximadamente 530 mil casos novos por ano no mundo, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais comum entre pessoas do sexo feminino, sendo responsável pela morte de 275 mil mulheres por ano. No Brasil, em 2013, são esperados 18.000 casos novos, com um risco estimado de 17 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer do colo do útero é raro em mulheres com menos de 30 anos e o número de casos aumenta progressivamente, até ter seu pico na faixa de 45 a 50 anos. Esse tumor é caracterizado pelo crescimento desordenado de células do tecido do colo do útero, podendo invadir estruturas e órgãos próximos ou à distância. Há dois principais tipos de câncer do colo do útero: o carcinoma epidermoide, tipo mais comum e que representa cerca de 80% dos casos, e o adenocarcinoma, tipo mais raro. A principal alteração que pode levar a esse tipo de câncer é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV, com alguns subtipos de alto risco e apontados como causa de tumores malignos. Os vírus são o HPV16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo do útero. A infecção pelo HPV é muito comum. Estima-se que cerca de 80% das mulheres sexualmente ativas irão adquiri-la ao longo de suas vidas. Importante lembrar, no entanto, que a infecção pelo HPV é um fator necessário, mas não único, para o desenvolvimento do câncer uterino. Além da infecção pelo HPV, outros fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar no desenvolvimento do câncer. Desta forma, o tabagismo, a iniciação sexual precoce, a multiplicidade de parceiros sexuais, a multiparidade e o uso de contraceptivos orais são considerados fatores de risco para o desenvolvimento de câncer do colo do útero. A transmissão do vírus HPV ocorre principalmente por contato direto, ou seja, através do contato da pele ou mucosa com tecido infectado, incluindo contato genital direto e contato pele-pele. Na maioria das vezes a infecção cervical pelo HPV é transitória e regride espontaneamente, entre seis meses a dois anos após a exposição ao vírus. Nos casos nos quais a infecção persiste, pode ocorrer o desenvolvimento de lesões pré-cancerosas, cuja identificação e tratamento adequado possibilitam a prevenção do câncer. O câncer do colo do útero necessita de muitos anos para se desenvolver. É uma doença de desenvolvimento lento, que pode cursar sem sintomas em fase inicial e evoluir para quadros de sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados. As alterações das células do câncer são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou), por isso é importante a sua realização periódica. Outras formas de detectar o câncer de colo uterino são: . Exame ginecológico . Citologia oncótica: é o principal método de rastreamento do câncer, no qual pesquisa-se células cancerosas. . Colposcopia e biópsia dirigida: são etapas fundamentais , tendo a primeira a finalidade de delimitar a extensão da doença no colo e na vagina e a segunda, a confirmação do diagnóstico. A prevenção do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo papilomavírus humano (HPV). A transmissão da infecção pelo HPV ocorre por via sexual. Consequentemente, o uso de preservativos (camisinha) durante a relação sexual protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer através do contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal. A imunidade natural (defesa que o corpo cria após exposição ao vírus) não é muito eficaz, permitindo reinfecções com o mesmo tipo de vírus em outros momentos da vida. A adoção das vacinas anti-HPV não substitui o rastreamento pelo exame preventivo (Papanicolaou), pois elas não oferecem proteção para 30% dos casos de câncer de colo do útero causados por outros subtipos de HPV. A redução da incidência do câncer de colo uterino depende de uma educação pública que visa reduzir a exposição do vírus, combinado com política de vacinação eficiente.   * Texto escrito em coautoria com o oncologista Emerson Neves dos SantosAcesse o link do Portal Minha Vida: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/17106-hpv-nas-formas-mais-graves-pode-favorecer-cancer-de-colo-do-utero
24/11/2016
Ao usar tampão como Titi, Bruno Gagliasso mostra solidariedade e empatia Uma foto postada por Bruno Gagliasso em seu Instagram chamou atenção do público. O ator decidiu usar um tampão no olho em solidariedade à filha, Titi, 3 anos, que passa por tratamento oftalmológico. "Hoje ela preferiu o azul, e eu, o rosa", escreveu o artista na rede social, usando a hashtag “um por todos e todos por um”. Até o momento, a postagem teve 313 mil curtidas e mais de 7.500 comentários. Para especialistas ouvidos pelo UOL, a atitude de Gagliasso demonstra empatia e solidariedade e pode ter um efeito positivo sobre a saúde da filha. “O apoio dos familiares e amigos de uma criança ou adolescente que esteja passando por qualquer tratamento médico é fundamental. A solidariedade tem um impacto positivo nas condições psicológicas, na autoestima e na adesão ao tratamento, muitas vezes doloroso e demorado”, afirma a médica Adriana Loureiro, membro do Departamento de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Não é a primeira vez que a foto de um pai “copiando” um problema de saúde do filho viraliza na internet. O americano Josh Marshall ficou famoso após fazer uma tatuagem na cabeça reproduzindo a cicatriz do filho, Gabriel, que passou por uma cirurgia para retirar um tumor no cérebro. Também são comuns casos de pessoas que raspam a cabeça para se parecerem com filhos que lutam contra o câncer. Tudo bem ser diferente Para a psicoterapeuta infantil Paloma Vilhena, esse tipo de iniciativa tem o objetivo de mostrar que tudo bem ser ou estar diferente. “Atitudes empáticas e afetivas são sempre saudáveis para as crianças, pois internações e doenças na infância são situações muito difíceis", explica. Por isso, tudo que possa torná-las mais leves ajuda a criança a aderir ao tratamento e a dar um novo significado para uma experiência dolorosa. Na opinião da psicóloga Cynthia Wood, pai e mãe sabem como é difícil ver o filho sofrer e costumam dizer que prefeririam que a dor fosse neles e não na criança. “Muitas vezes, a demonstração de afeto alivia um pouco o sofrimento do filho.” Segundo Gabriela Malzyner, psicanalista pelo Instituto Sedes Sapientiae em São Paulo, solidariedade dos pais não é um impeditivo para que o filho aprenda a lidar com suas questões. “É apenas uma forma de ser empático. Ele terá de enfrentar as dores da vida de qualquer forma, esse parece ser apenas um jeito de suavizar o sofrimento.” Gabriela diz, entretanto, que é sempre importante explicar para a criança o que está acontecendo com ela. “O recurso lúdico ajuda a compreender com mais leveza a própria situação. Por isso, é importante brincar de faz de conta, ler livros que retratem eventos semelhantes e desenhar.” Paloma Vilhena acrescenta que não dar nenhuma informação ou orientação, deixa a criança à mercê dos próprios pensamentos e sentimentos, que podem ser equivocados. Em casos de tratamentos de saúde invasivos e dolorosos, é indicado buscar ajuda psicológica para que a criança consiga passar pela dificuldade sem traumas, diz Cynthia. Antes de postar a foto do filho que passa por tratamento médico em uma rede social, é preciso refletir. “Tudo o que é postado na internet ganha uma proporção incalculável. O impacto pode ser positivo, mas também negativo, pois não se pode agradar a todos”, afirma Paloma. A psicoterapeuta recomenda que os pais questionem se estão tomando essa atitude para ajudar, de fato, o filho ou para causar uma boa imagem. “Conhecendo a personalidade da criança, pergunte-se se ela vai se sentir exposta, constrangida ou acolhida.”Acesse o link do Portal UOL: http://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2016/11/24/ao-usar-tampao-como-titi-bruno-gagliasso-mostra-solidariedade-e-empatia.htm
07/11/2016
Férias: opções para os pais que trabalham durante o período Final de ano é sinal de que as férias escolares estão chegando e que, em pouco tempo, as crianças estarão cheias de energia para gastar com a família. No entanto, o recesso dos pais nem sempre acontece na mesma época do descanso dos filhos. Nesse caso, o que fazer? Separamos algumas sugestões para garantir a diversão delas, mesmo que os pais não consigam estar presentes durante o dia. Veja a que se encaixa no seu orçamento, o que tem mais a ver com o seu filho e comece a se planejar. Passar o dia com os avós Quando os seus pais têm disponibilidade de ficar com as crianças, vale a pena cogitar essa opção. Além de ter um baixo custo, contribui para o desenvolvimento emocional da criança, o que também facilita os desenvolvimentos intelectual e motor. A troca de experiências ainda contribui para um melhor aprendizado da criança, que receberá uma grande dose de amor e afeto - isso sem falar em toda a diversão! Contar com uma rede de apoio envolvendo amigos e familiares é importante para sustentar o crescimento saudável. No caso de avós mais velhos, é importante observar se passar o dia acompanhando os netos não será muito cansativo. Crianças, especialmente as mais novas, exigem bastante atenção e energia, então cuidado para não exigir demais das outras pessoas. Babá temporária É mais fácil manter a rotina da criança quando uma pessoa é contratada com a finalidade de cuidar dela. Assim, dá para orientá-la da maneira como os pais preferem quanto aos horários, à alimentação, aos passeios, etc. Dependendo da agenda e do dia a dia dos pais, ela não precisa passar o dia todo em casa. Se essa for a sua escolha, é importante garantir que a pessoa contratada seja paciente e saiba desempenhar bem o serviço. No caso das profissionais temporárias, vale investir em um período de adaptação, com a presença de um familiar e da babá, para que a criança possa conhecê-la com calma antes de ficar sozinha com ela. Se não puder combinar um dia, nem que seja no fim de semana, para que e babá vá até a sua casa antes de começar efetivamente o período de férias do seu filho, peça para um dos avós ou algum parente ou amigo com quem a criança tenha familiaridade fique junto nos primeiros dias. Os pais podem pensar na possibilidade de contratar uma babá para qualquer criança que dependa dos cuidados de um adulto em período integral. Considerando que o período será de férias, dê um alívio à rigidez e garanta que seu filho tenha momentos de contato com o mundo externo: ir ao parque, passear em uma biblioteca, encontrar um amigo para brincar. Uma diária com a babá, geralmente, fica entre R$ 130 e R$ 150. Dependendo do período de contratação, é possível fechar um pacote e negociar um desconto. Acampamento de férias Exige uma certa independência da criança e, por isso, essa opção é indicada para as mais velhas. Algumas estão nessa condição aos 5 ou 6 anos, mas outras podem sentir uma segurança maior apenas aos 8 ou 9 anos de idade. É importante que os pais conversem com o filho para entender se ele se sente preparado para essa experiência de ficar um tempo longe de casa. Não obrigue-o a fazer algo que não quer. Decidido que acontecerá, pesquise com outros pais e amigos quais são os bons acampamentos e confira também as idades para as quais são indicados. Assim, a diversão não se tornará uma dor de cabeça. Envolva a criança na escolha do local para que ela se sinta parte do processo e não apenas levada para um lugar desconhecido. Também consulte-a sobre o tempo que deseja ficar fora. Caso ela precise de algum cuidado especial, converse com um médico e organize todos os itens necessários para que não haja qualquer transtorno durante a viagem. O investimento pode parecer alto, mas os acampamentos garantem cinco refeições diárias, inúmeras atividades, cuidados médicos quando necessário e até translado até o local. Uma semana no Acampamento NR, por exemplo, custa cerca de R$ 3 mil e o valor pode ser dividido em até seis vezes. Curso de férias Atividades lúdicas que tenham a ver com os interesses da criança são sempre bem-vindas e garantem novos aprendizados e experiências. Pintura, teatro, esportes, culinária, agricultura, construção de objetos e muitos outros temas são objetos de cursos voltados para o público infantil. Existem aulas para, praticamente, todas as faixas etárias. Veja aqui algumas opções de onde procurar. É importante ressaltar que a criança também precisa de tempo livre nas férias – supervisionado por um adulto -, por isso os pais precisam tomar cuidado para não enchê-la de cursos e acabar fazendo com que todas essas atividades sejam improdutivas. Algumas escolas oferecem cursos de férias durante o período, justamente para o caso de os pais não terem com quem deixar as crianças. Se o colégio do seu filho tiver essa opção, a vantagem é que ele já estará habituado ao ambiente e aos colegas, o que facilita tudo. Viajar com amigos e parentes Como no acampamento, viajar sempre apresenta novos ambientes e permite que a criança explore o desconhecido. Nesse caso específico, no entanto, ela estará com pessoas que conhece, confia e que a fazem se sentir segura. É um jeito de sair da rotina sem uma mudança emocional tão brusca. Aqui, muito mais relevante que a idade, é o tipo de conexão que a criança tem com as pessoas que a acompanharão nessa jornada.   *Fontes: Gabriela Malzyner, psicóloga e psicanalista e Filumena Gomes, pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (SP)Acesse o link do Portal da Revista Crescer: http://revistacrescer.globo.com/Familia/Viagem-e-Ferias/noticia/2016/11/ferias-opcoes-para-os-pais-que-trabalham-durante-o-periodo.html

CÂNCER NA MÍDIA

06/03/2017
5 mitos e verdades sobre o câncer antes dos 30 anos São Paulo – Uma pesquisa recente divulgada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) revelou que o câncer é a segunda maior causa de morte de pessoas entre 15 a 29 anos no Brasil, perdendo apenas para “causas externas”, que envolvem óbitos por acidentes e violência. Entre os anos de 2009 e 2013, estima-se que 17.500 jovens morreram no país por conta da doença. Mas o que faz pessoas tão jovens desenvolverem câncer? Apenas fator genético? Ou o estilo de vida pode influenciar no aparecimento da doença tão precocemente? EXAME.com conversou com o oncologista Roberto de Almeida Gil, da Oncoclínica no Rio de Janeiro, para desmitificar os mitos sobre o câncer na juventude. Confira abaixo os mitos e verdades sobre o câncer antes dos 30 anos, segundo o especialista: 1 – O câncer antes dos 30 anos é 100% hereditário? Mito. De acordo com Gil, é importante sim que as pessoas conheçam a sua história familiar, já que o câncer hereditário se manifesta predominantemente em pacientes com menos de 50 anos, mas alerta que não é só isso. “Atualmente, estamos expostos a muitos agentes químicos, físicos e biológicos que podem causar a doença. Bons hábitos alimentares, exercícios físicos, não fumar, controlar a ingestão de bebidas alcoólicas, usar preservativos, cuidar da exposição ao sol e manter hábitos sexuais saudáveis são atitudes que podem prevenir o desenvolvimento do câncer antes dos 30”, explica o especialista. 2 – Sobrepeso e obesidade podem causar câncer? Verdade. Segundo o oncologista, o sobrepeso e a obesidade podem estar relacionados aos seguintes tipos de câncer: intestino, endométrio, próstata, pâncreas e mama. “Hábitos importantes como o combate ao sedentarismo e a redução do consumo de alimentos industrializados e embutidos são essenciais para diminuir os riscos do surgimento da doença”, afirma Gil. 3 – Existem vacinas que previnem certos tipos de câncer antes dos 30? Verdade. Uma grande arma da medicina moderna é a vacina contra o HPV, que previne câncer de colo de útero. Segundo o especialista, existem dois tipos de vacina no mercado: as bivalentes e as tetra valentes. Inicialmente, o governo disponibilizou a vacina para meninas de forma gratuita. Entretanto, com a percepção de que o vírus do HPV também causa câncer de orofaringe, os meninos também estão sendo vacinados na rede pública. A vacina de Hepatite B podem também pode prevenir alguns tipos de câncer. 4 – O tabagismo pode provocar câncer somente após os 50 anos? Mito. De acordo com Gil, o câncer esporádico, ou seja, aquele não hereditário ocorre frequentemente após os 50 anos devido ao acúmulo de mutações que se perpetuam no nosso código genético, mas a doença pode aparecer antes e a iniciação precoce do tabagismo pode contribuir para surgimento de alguns tipos de câncer ainda na juventude. 5 – Toda mulher que contrai HPV terá câncer? Mito. O vírus do HPV é a principal causa do desenvolvimento do câncer uterino. De acordo com o oncologista, há, no entanto, 40 tipos de vírus HPV e nem todos causam câncer. “Para que esse tipo de câncer surja, há outros fatores associados, como baixa imunidade, tabagismo, múltiplos parceiros sexuais”, explica Gil.Acesse o link do Portal Exame.com: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/5-mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-antes-dos-30-anos/
13/02/2017
Câncer é a doença que mais mata pessoas entre os 15 e os 29 anos Mais de 17,5 mil pessoas entre 15 e 29 anos morreram vítimas de câncer no período de 2009 a 2013 no Brasil. O dado é resultado de um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva (Inca) e do Ministério da Saúde divulgado na última sexta-feira. Conforme os registros, a doença foi a primeira causa de morte entre pessoas desta faixa etária, ficando atrás somente das chamadas causas externas, que são acidentes ou mortes violentas de diferentes tipos. Foram 17.527 mortes provocadas, principalmente, por carcinomas (34% dos casos), linfomas (12%) e tumores de pele (9%). Embora seja considerado raro nesta faixa de idade, o câncer foi a doença mais letal para este grupo. O relatório também revelou os locais onde os carcinomas são mais frequentes: no trato geniturinário, a taxa de incidência é de 24,83 a cada um milhão, tireoide soma 14,18/milhão, mama com 12,46/milhão, e cabeça e pescoço com 4,57/milhão. Além do levantamento, o ministério divulgou, ainda, o primeiro Protocolo de Diagnóstico Precoce do Câncer Pediátrico, guia que vai auxiliar profissionais da saúde a conduzir casos suspeitos e confirmados dentro de uma linha de cuidado, com definição de fluxos e ações desde a atenção básica até a assistência de alta complexidade.Acesse o link do Portal Zero Hora: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2017/02/cancer-e-a-doenca-que-mais-mata-pessoas-entre-os-15-e-os-29-anos-9720457.html
06/01/2017
Estudo descobre proteína que espalha câncer no corpo; ela gosta de gordura Cientistas identificaram pela primeira vez uma proteína específica, chamada CD36, que aparece em todas as células cancerígenas que têm capacidade de fazer metástase –quando o câncer se espalha para outras partes do corpo. Um estudo publicado na revista Nature encontrou a proteína nas membranas das células tumorais e descobriu que ela é responsável por absorver ácidos graxos. Com a dependência que a CD36 tem dos ácidos graxos, foi possível distinguir quais células cancerígenas espalhariam a doença. O câncer é ainda mais mortal quando começa a se espalhar pelo corpo, dificultando o tratamento. Por isso, entender como o processo de como a doença se espalha é de grande importância para desenvolver maneiras de pará-la. A pesquisa, feita em colaboração com a organização britânica Pesquisa Mundial de Câncer e o IRB (Instituto de Pesquisa de Barcelona, em sigla em inglês), descobriu que a CD36 está presente em células cancerígenas metastáticas de pacientes com diferentes tipos de tumores, incluindo tumores orais, câncer de pele, de ovário, bexiga, pulmão e mama. Para confirmar a importância da proteína na disseminação do câncer, pesquisadores colocaram CD36 em células cancerígenas não metastáticas, que em situações normais não espalhariam a doença. O resultado? As células "contaminadas" pela proteína se transformaram e viraram metastáticas. "Embora não tenhamos ainda testado isso em todos os tipos de tumores, podemos afirmar que CD36 é um marcador geral de células metastáticas, a primeira proteína que eu sei que é específica para metástase", afirmou o professor Salvador Aznar Benitah, que participou do artigo. Salvador Aznar Benitah Ao estudar ratos com câncer humano, os pesquisadores foram capazes de impedir completamente a metástase do câncer ao bloquear a CD36. Em animais com células cancerígenas que já tinham metástase, os anticorpos bloqueadores de CD36 levaram à remoção completa de metástase em 20% dos ratos. Nos 80% restantes, uma dramática redução de 90% das metástases foi encontrara. Tudo sem efeitos secundários graves. E a CD36 gosta de gordura Ao analisar a proteína descoberta, os pesquisadores observaram o papel da ingestão de gordura na propagação do câncer. Alguns ratos receberam uma dieta rica em gordura e foram contaminados por um tipo de câncer oral humano. Ao acompanhar os bichos, cientistas notaram que a dieta rica em gordura fez com que a metástase aumentasse em 50% e fosse mais frequente. "Em ratos inoculados com células tumorais humanas há uma ligação direta entre a ingestão de gordura e um aumento do potencial metastático através da CD36", disse Benitah. A gordura é necessária para algumas funções do corpo, mas a ingestão descontrolada tem consequências no corpo e fazem com que o câncer se espalhe mais rápido.Acesse o link do Portal UOL: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/01/06/estudo-descobre-proteina-que-espalha-cancer-no-corpoe-ela-gosta-de-gordura.htm
12/11/2016
Câncer de próstata O câncer de próstata é a neoplasia maligna mais prevalente entre os homens. O advento do PSA possibilitou fazer diagnósticos precoces da doença, antes detectada apenas em fases avançadas. O PSA é um exame que permite avaliar na corrente sanguínea a concentração do antígeno prostático específico, proteína liberada em quantidades elevadas em processos benignos e malignos. A determinação anual dos valores do PSA a partir dos 50 anos, no entanto, tem sido questionada como método de screening populacional. Os argumentos são fortes: 1. Parte significante dos diagnósticos precoces ocorre em homens com tumores de crescimento lento, que jamais levariam à morte. 2. O tratamento por meio de cirurgia (prostatectomia) ou radioterapia está associado a complicações relevantes: impotência sexual, incontinência urinária, retites e cistites pós-irradiação, entre outras. Um estudo mostrou que no caso da prostatectomia, é preciso operar 72 pacientes para evitar um óbito. Portanto, 71 daqueles submetidos aos riscos e complicações cirúrgicas viveriam o mesmo número de anos, caso não fossem operados. Essas constatações serviram de base à estratégia da observação ativa, segundo a qual o diagnóstico de tumores de agressividade baixa ou intermediária podem ser acompanhados sem a necessidade de intervenção cirúrgica ou de radioterapia. Para esclarecê-las foi realizado no Reino Unido o estudo ProtecT, que recrutou 1.643 homens de 50 a 69 anos, no período de 1999 a 2009. Por sorteio, eles foram divididos em três grupos: observação ativa (543 homens), prostatectomia radical (553) ou radioterapia (545). A finalidade foi avaliar a mortalidade causada pela progressão da doença, o aparecimento de metástases e a mortalidade por outras causas. Nesse período de dez anos ocorreram apenas 17 mortes por câncer de próstata, assim distribuídas: oito no grupo de observação, cinco no de cirurgia e quatro no de radioterapia. Essas diferenças não são significativas estatisticamente. O número de mortes por outras causas também não foi diferente. Metástases surgiram com frequência mais alta nos homens acompanhados sem tratamento (33 casos) do que nos operados (13 casos) ou irradiados (16 casos). Da mesma forma, nos pacientes simplesmente acompanhados a progressão da doença foi mais frequente (112 casos) do que nos operados (46 casos) ou irradiados (46 casos). Conclusão: nos casos de tumores de agressividade baixa ou intermediária a mortalidade por câncer de próstata é baixa com qualquer tratamento ou na ausência dele. Prostatectomia radical e radioterapia estão associadas a incidências menores na progressão da doença e no aparecimento de metástases. O tratamento do câncer de próstata deve levar em conta dados individuais: idade, agressividade do tumor, condições clínicas, possibilidade de complicações, presença de doenças concomitantes, expectativa de vida e preferências individuais. Está claro que muitos pacientes podem ser acompanhados por anos consecutivos sem receber tratamento.Acesse o link do Portal da Revista Carta Capital: https://www.cartacapital.com.br/revista/924/cancer-de-prostata
05/09/2016
Sobrepeso e obesidade aumentam o risco para 13 tipos de câncer Estudo publicado no New England Journal of Medicine, uma das publicações científicas mais prestigiadas na área de medicina, revela que estar acima do peso ou obeso aumenta o risco para 13 tipos de câncer. A Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, da Organização Mundial da Saúde (OMS), já sabia que o sobrepeso ou o excesso de peso poderiam aumentar o risco de câncer de intestino, rim, esôfago, mama e útero. Agora, analisando mais de mil estudos sobre obesidade e riscos, os pesquisadores acrescentaram à lista mais oito tipos de câncer: fígado, estômago, pâncreas, vesícula, ovário, tireoide, sangue e um tipo de tumor no cérebro. O oncologista Claudio Ferrari explica porque a obesidade pode levar ao câncer: “Com a obesidade, é natural que o tecido passe a desenvolver uma certa resistência à insulina, que a gente chama de diabetes tipo 2. O organismo para tentar lidar com essa resistência aumenta a produção de insulina e a insulina passa a agir como fator estimulador de crescimento de células. E essas células podem ser as malignas. A segunda causa é sistêmica. A gordura causa um estado inflamatório sistêmico. A pessoa que tem uma obesidade crônica fica numa situação de inflamação constante, que pode até ser medida no sangue. Essas que são as duas principais causas”. Esse fator de risco preocupa bastante os médicos no Brasil. Mais da metade dos brasileiros (52,5%) estão acima do peso e 17,9% são obesos, segundo o Ministério da Saúde. O resultado da pesquisa traz um alerta principalmente para as mulheres: os pesquisadores relataram que a ligação mais forte entre obesidade e câncer está relacionada com o câncer de útero. Um levantamento do Instituto do Câncer de São Paulo (ICESP) aponta que 87% das mulheres com câncer de endométrio, a camada interna que reveste o útero, tem obesidade ou estão acima do peso. As mulheres devem ficar atentas aos primeiros sinais da doença: “O principal sintoma do câncer de endométrio é um sangramento que acontece normalmente na pós-menopausa, pacientes que pararam de menstruar, começam a ter sangramentos genitais”, explica Cristina Anton, médica do setor de ginecologia oncológica do ICESP. A dona de casa Norma Camacho Alves descobriu em 2013 que estava com este tipo de câncer. Na época, estava acima do peso. Ela precisou passar por uma cirurgia para retirar o útero e fez o tratamento. Agora, ela diz que procura se alimentar melhor: cortou gorduras e frituras: “Eu me sinto curada. Eu tô tendo acompanhamento da ginecologista, oncologista e nutricionista. Então eu me sinto curada”.Acesse o link do Portal G1: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2016/09/sobrepeso-e-obesidade-aumentam-o-risco-para-13-tipos-de-cancer.html

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